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Meu perfil BRASIL, Nordeste, FORTALEZA, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Casa e jardim, Livros, Família ICQ - 172487170 |
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É incrível como as pessoas aqui onde trabalho são fofoqueiras. E o pior, ainda inventam de colocar meu nome nas fofocas!
A última: estou eu na minha sala quando a gerente de marketing entra e me pergunta sobre o FIES (financiamento estudantil). Respondo que não sei muito, que a única coisa que sei é que a diretora falou que a secretária havia entregue uns cadastros fora do prazo, mas que já estavam resolvendo a situação.
Daí que a linda da gerente de marketing foi direto na secretária dizer que ela estava levando a culpa do problema do FIES e a linda secretária foi na diretora tomar satisfações...
Pode uma coisa dessas? O pior é que a secretária disse que quem havia garantido a ela que o fato era verdade fui eu (?)
Onde eu vou parar???? Nem preciso dizer que fiquei P da vida com tudo e todos. Isso aconteceu na sexta e passei o final de semana matutando, revendo a situação.
Cheguei a conclusão que errei ao dar nome aos bois, mas que isso não era motivo pra ser envolvida numa fofoca, aliás a terceira só esse semestre (eu tenho mais de 2 anos de empresa e só tem essas 3 fofocas envolvendo meu nome - todas deste semestre).
Caso pensado, resolvi ir na diretora esclarecer o assunto: falei que eu não preciso que ninguém envolva meu nome em fato nenhum, que se eu quisesse fazer fofoca eu teria um prato cheio nas mãos, afinal, eu cuido da parte jurídica (todos os podres da empresa) e que, como eu não estou saindo muito da sala exatamente pra evitar essa fofocagem, agora os fofoqueiros deram pra entrar na minha sala e fofocar sobre assuntos profissionais.
Acho que ela entendeu minha posição. Não julgo os motivos das demais pessoas envolvidas, só que eu não sou dessas que fala pelas costas e não gosto de ver meu nome escrachado assim.
Beijos indignados.
O Natal chegou. Nem entramos em dezembro e o Natal bate nas nossas portas como comerciais de TV, árvores iluminadas, ruas enfeitadas e muita, muita apelação ao consumismo.
Onde está o verdadeiro sentido de Natal? Os comerciais de TV não se acanham em anunciar descontos, promoções, verdadeiras pechinchas que ninguém pode perder. Mas, onde achar o verdadeiro significado dessa data?
Amo essa época do ano. Mas sempre fui a diferente, a esquisita. Sim, porque em datas especiais, procuro viver o real sentido delas. Na Páscoa, procuro viver intensamente a ressurreição. No Natal (com letra maiúscula), procuro deixar nascer, aflorar, coisas boas, sentimentos bons.
Quando a Gaby for maiorzinha, quero que ela saiba o que significa o Natal. Quero colocar em prática um ritual que li há muito tempo e que me encantou: montar o presépio e na manjedoura de Jesus, vazia, explicar a minha filha que nós devemos construir o colchãozinho pra quando o menino Deus nascer. Sim, porque não queremos que Ele nasça e fique num lugar duro, sem conforto, certo? Então, como montar, construir esse colchão? A cada delicadeza (uns chamam de boa ação, mas eu prefiro delicadeza) com os outros, um chumaço de algodãozinho darei a ela. E ela, ao final de um dia feliz, irá depositar esse chumacinho de algodão na caminha do menino Jesus. Assim, ao chegar a noite de Natal, o coração do Menino Jesus estará aquecido, porque cheio das delicadezas da minha pequena.
Que tal um Natal diferente? Você já pensou nisso?
Beijos.
Não, não gosto de vingança. Nem sou daquelas que ficam "eu não disse". Mas, nada melhor que um dia depois do outro pra nos fazer (e aos outros) perceber que todos estamos no mesmo barco.
Meu cunhado, aquele mesmo do post anterior, foi internado numa clínica de reabilitação, pois estava completamente dependente de remédios (analgésicos, antidepressivos e muitos outros).
Hoje na hora do almoço, minha sogra me chamou no quarto e me entregou a televisão que não tem imagem - a mesma que eu havia brincado que queria pra ouvir a novela das oito, pois quando chego em casa já está passando o Jornal da Globo. Ele pediu a ela que entregasse a mim.
Não sei se ele percebeu o quanto me feriu. Não sei se ele em seu sofrimento quis me ferir, como se pedisse socorro. Não sei.
Só sei que hoje ele está lá, internado. Não pode receber visitas nem telefonemas. Está isolado, se tratando. E a minha sogra me deu o nome do psiquiatra.
Nada como um dia depois do outro...
Incrível como as pessoas e o que elas dizem podem ter influência sobre a
minha vida e minha maneira de agir. Não devia ser assim, mas já que é, resolvi
comentar, quem sabe escrever me ajuda a elaborar e lidar melhor com isso...
Ontem, como de costume, passei na casa da minha sogra pra almoçar. Estava sem
a Gaby, já que ela ficou com a minha mãe ontem. Enquanto eu almoçava, chegou um
dos meus cunhados, o Milton. Chegou, sentou e começamos a conversar: eu, ele, as
minhas cunhadas. Todos alegres, dando risadas altas.
Dái, resolvi perguntar se o Milton poderia me indicar o nome de um
psiquiatra, pois quero tratar do meu transtorno alimentar e aproveitei que ele
está em tratamento.
Nossa, ele negou que conhecesse alguém nessa área, fingiu desconhecer
completamente o assunto e me perguntou pra que eu queria essa indicação.
Inocente, respondi que precisava tratar da compusão alimentar, que me fazia
comer sem ter fome e em proporções gigantescas. Ele retrucou que eu já estava
mais magra. Agradeci e justifiquei que estou tendo um acompanhamento médico, mas
que por se tratar de uma endocrinologista, estou tratando apenas do efeito
(obesidade), mas que na verdade precisaria tratar a causa (compulsão). Expliquei
ainda que não queria apenas emagrecer pra depois voltar a engordar, que eu sei
que vou voltar a ficar magrinha como antes.
Gente do Céu, esse homem se virou numa gargalhada sem tamanho dizendo que eu
magrinha era uma coisa que ele não conhecia, que isso era impossível, que eu
devia era fechar a boca e mais, mais e mais...Sei que não devia, mas me
justifiquei dizendo que já fui sim magra, mas a doença não me permitia continuar
a ser, mas foi em vão. As palavras dele ecoam na minha cabeça desde então.
Sei que não devia, mas sou muito influenciada por esse tipo de comentário.
Escuto isso desde que me entendo por gente: primeiro pela minha mãe, depois meus
parentes mais próximos e os de fora da família.
Um simples comentário é capaz de me fazer chorar por horas a fio ou de me
fazer ter a reação que tive ontem: C O M P U L S Ã O.
Comi muito, o que eu podia e o que eu não podia. Minha dieta foi pro espaço,
explodiu num lanche do Mcdonal´s, num Yakisoba do China in Box e em algumas
guloseimas mais. Tenho vergonha em confessar, mas acredito que devo fazê-lo aqui
e que esse é um passo em direção a cura. Comi até mesmo o leite em pó da minha
filha. Comi e não digeri até agora o real motivo dessa minha reação.
Porquê concentro tudo em comida? Porquê tenho que me "martirizar" engordando
ou me ferindo (já que meus braços ainda estão marcados da última vez que resolvi
que era hora de tirar as "espinhas").
Quero e vou procurar um profissional qualificado pra me ajudar a me
curar dessa doença. Tem que ser um psiquiatra, pois o plano de saúde
não dispõe de psicólogos. Alguém tem alguma indicação aqui em Fortaleza?
Beijos e um bom final de semana.
A partida de alguém é sempre triste. Mais triste ainda é quando vemos alguém querido partir. Triste, muito triste, ver o Augusto, anjinho lindo, de quase 7 meses, partir desta vida. As lágrimas vêm sem esforço ao imaginar a dor da Cris, mãe guerreira, batalhadora, firme - um exemplo! Só posso desejar que Deus conforte a Cris e a família. Não posso deixar de comentar sobre a postura da Lu Freire, mulher de postura invejável, que conseguiu mobilizar meio mundo de gente ao redor da causa do Augusto. Ser humano de caráter, como todo ser humano deveria ser...Beijos tristes.

Antes de comentar sobre o assunto parto que tá rolando nas listas de discussão (especificamente na ACA), gostaria de mandar um MUITO OBRIGADA pra Grace que comentou no post passado: valeu mesmo, querida, agora tenho que tomar cuidado, pois alguém ainda lê os meus posts...hehehehe...![]()
Bom, como diz o título aí em cima, tem rolado uma discussão muito interessante na ACA sobre os tipos de parto e as experiências de cada uma. Daí que me inspirei e resolvi contar aqui como foi o meu parto. ![]()
Dia 21 de setembro de 2003, domingo, dia de Missa no Colégio SC. Ao terminar a missa, certa de que minha bebê já não era mais considerada prematura (meu obstetra havia me garantido que com 37 semanas um bebê já era a termo - hoje sei que somente com 38 semanas é que se pode considerar assim), conversei com a barriga: "minha pequena, a partir de hoje você já é uma mocinha, então, se você quiser sair e vir conhecer a mamãe, o papai e o mundão aqui fora, a mamãe já está pronta pra te receber".
Dia 22 de setembro de 2003, segunda-feira, dia de comemoração do aniversário da minha Tia Margarida na casa dela. Chá da tarde, comes, bebes e muita conversa fiada. Eu, que sem hormônios já adoro comer e muito, grávida então, melhor nem comentar - caí em cima dos petiscos, moderadamente conforme exigia a ocasião. Só que inventei de comer uns pãezinhos de queijo que minha mãe me disse pra não comer. Não achei que fosse me prejudicar em nada.
Só que de madrugada comecei a sentir as cólicas fortes que senti por algumas vezes durante a gestação. "Gases malditos", pensei. "Foram os famigerados pãezinhos, não devia ter comido". Seguiu-se o ritual muitas vezes desempenhado por mim na gravidez - todas as vezes que senti dor de barriga, andava desesperada pela casa, enquanto esperava os gases irem embora. Fiquei assim a madrugada inteira.
Ás sete da manhã, o maridex acorda e percebe que não dormi nada. Fica preocupado e me pede pra não ir trabalhar. Replico que não há de ser nada, enquanto tomo um delicioso banho de chuveiro (hoje sei que no próximo parto o banho será um dos meus aliados fortíssimos - como alivia as dores!). Durante o banho, o Adriano liga pra minha mãe e os dois decidem que eu não iria trabalhar. O impasse agora era sobre eu ficar sozinha em casa ou ir pra casa da minha mãe (coisa que eu não queria fazer de jeito nenhum - é, tenho alguns problemas com ela). Decidiram que eu iria pra minha mãe. Eu, que não estava em condições de rebater essa decisão, simplesmente obedeci.
Cheguei na casa da minha mãe, deitei e tentei achar uma posição confortável. Impossível, toda posição doía tudo: as costas principalmente.
Por volta de meio-dia, já com o Adriano, tive fome (não comia nada desde o chá na casa da tia). Me deram 3 cream-crakers (é assim que escreve?) pra comer. Devoradas as bolachas, consegui dormir.
Ao dormir, estava com aquela sensação títpica de mulher em final de gravidez - vontade de fazer xixi sabendo que não é nem uma gotinha e meia de xixi. Resolvi que iria segurar, o sono era maior que a vontade, afinal, tinha passado a madrugada inteira acordada e andando. Estava cansada.
Dormi. Acordei por volta de meio-dia e quarenta. O primeiro pensamento foi "Meu Deus, fiz xixi na cama". Levantei correndo e fui ao banheiro. Nada disso - a bolsa havia estourado e lá, na calcinha, estava o famoso tampão. Tantas vezes li sobre isso, tantas vezes me informei lendo relatos. Mas, nada nos prepara pra hora H. De repente, aquela vontade incontrolável de fazer cocô. O desespero toma conta de mim: "meu Deus do Céu, a bolsa estourou, o tampão saiu e eu aqui fazendo cocô até não aguentar mais, sem poder avisar a ninguém que a Gaby vai chegar. Será que alguma hora isso aqui vai parar?"
Sério, nunca fiz tanto na minha vida (é, eu tenho prisão de ventre!
)
Controlada a sessão ECA, sai do banheiro e fui direto no quarto da minha mãe, onde esta dormia tranquilamente: "Mãezinha, mãezinha, acho que a bolsa estourou. A Gaby vai nascer."
A mãe, coitada, nem chegou a acordar - pulou da cama em direção a mim: "o quê? estourou? vai nascer? o médico?"
Do quarto do meu irmão, o Adriano correu pro da minha mãe: mais euforia, ninguém estava preparado, nós nem tínhamos arrumado a bolsa da maternidade.
Resolvemos ligar pro Dr. RB, o obstetra, que diz que não deve ser trabalho de parto (?) e me manda ir no consultório as 14h (eram quase 13h). Radiante de felicidade, nem liguei pro comentário besta dele. Tampouco me preocupei com a questão do horário, afinal, tinha lido na net que um trabalho de parto pode durar horas a fio e que se deve ter calma quando começa (pode-se até tomar banho calmamente).
As dores não estavam ritmadas. Eu não conseguia medir os intervalos das contrações com precisão.
Decidimos que meu irmão iria me levar, junto com minha mãe, ao consultório, enquanto o maridex ia em casa arrumar minha mala e traze-la, junto com a da Gaby. No caminho, as contrações aumentaram e já doía bastante.
(continuação)
No consultório, após esperar mais de meia hora, chega o Dr. RB e, ao olhar pra mim, solta: "Vc em trabalho de parto? Com esse sorriso?" Sim, eu sorria. E devia chorar, sabendo que se aproximava a hora de ter em meus braços minha pequenininha?
Exame de toque - 3 cm de dilatação e que dor nesse raio de exame! Guia pra internação na Gastroclínica. Saímos do consultório com as contrações a mil, cada buraco parecia que a Gaby ia nascer tamanha dor.
No hospital, burocracia, papéis, Adriano puto, tendo que preencher tudo. Acaba não aguentando, pois me via rodando pela sala de espera de um lado pra outro (andar fazia a dor ficar mais suportável). Apressados os procedimentos burocráticos, partimos pro quarto. Chega a enfermeira, uma amor de pessoa. Troco a roupa (é, coloquei aquele modelito última moda: verde com bumbum de fora). Tricotomia (raspagem de pelos pubianos).
Fiquei deitada na cama (ah se arrependimento matasse). As dores foram se intensificando e eu não podia andar pélo quarto, que essa altura já estava lotado (amigos, família, enfim, uma senhora platéia).
16h30 - Dr. RB (obstetra) chega no quarto e faz outro exame de toque (raio de exame que aumenta a dor!!!). Constata que a dilatação está em apenas 4 cm. Diagnostica falta de dilatação e "bossa" (não sei se é assim que escreve) na cabecinha da Gaby e sentencia: "Cesária".
Eu, com dores intensas, não tive condições (ou coragem mesmo) de reagir. Queria que a dor parasse de alguma forma.
Veio a maca e fui pro centro cirúrgico. Estava muito feliz. Ia nascer meu grande amor.
Ruim a espera no corredor (tipo uma ante-sala de cirurgia). Via macas com pessoas, movimentação de médicos. Dr. RB passou por mim e disse que não iria demorar. Lembro que clamava por dentro por uma anestesia - as dores se intensificaram ainda mais.
Levaram-me pro centro cirurgico e eu, que nunca havia sequer quebrado um braço, agora estava ali sozinha e ia ser operada. Lembro de sentir medo e de desejar que minha amiga Dani, que é médica e iria assistir ao parto, chegasse logo. O Adriano não pôde entrar, fora proibido pelo médico.
A anestesia foi aplicada - uma bênção. Não senti nada e logo não sentia também as pernas. Lembro da sensação de alívio que foi trocada por uma sensação de torpeza - fiquei grogue.
A dani chegou e trouxe a máquina fotográfica. Fiquei super alegre de vê-la. Não me senti mais tão só.
Alguns minutos após a anestesia comecei a passar mal - meu estômago revirava: "Dr. cho que vou vomitar". "Não, minha linda, você não vai." "Dr. não vou aguentar." E lá se foi minha compostura - vomitei um monte em cima de mim mesma na sala de cirurgia. (ECA)
Veio o anestesista e aplica algo no soro. Fico mais grogue ainda.
Silêncio. A Dani se aproxima do pano verde que me separa da visão da minha barriga. Ela sorri e diz nasceu, depois me responde “sim, Paty, ela é perfeita e linda”.
A Gaby não chora. Ouço o Dr. RB dizer: ”chora menininha, chora”. Depois de um instante, ouço o chorinho mais lindo que já ouvi.
Trazem-me a Gaby e eu a vejo. Ela se cala e recebe um beijo rápido. Do meu rosto, rola uma lágrima. Continuo olhando pra ela, enquanto ela é levada pela pediatra que pergunta “Dr. Porque ninguém me avisou que o bebê era prematuro? 37 semanas e 3 dias.”
As palavras não me soam importantes. Meu bebê chora longe de mim. Ela é levada e eu fico com duas enfermeiras que mexem na minha barriga. Lembro-me de ter pensado “Meu Deus, como demora!”
Depois de longos e intermináveis minutos, levam-me pro quarto. Todos ansiosos me contam que a Gaby é linda e que ela foi pra incubadora (?). minha mãe conta que ela já nasceu presepeira (risos), com a língua de fora o tempo todo.
Estou feliz, muito feliz, mas quero ver minha princesa, tocar nela.
Visitas, muitas visitas, preciosas visitas. Todos vêm me dizer da beleza da minha Gaby.
Depois de infindáveis horas, trazem-me a Gaby pra mamar. E ela mama. Lembro de sentir imensa felicidade ao vê-la ao meu seio. “Eu sou mãe”, penso.
Decidimos que o Adriano vai dormir conosco, afinal ele é o pai (embora minha mãe queira ficar). A Gaby não sai do quarto, estamos em alojamento conjunto e assim dormimos pela primeira vez juntos, os três.
A noite foi tranquila, mas eu me sentia tensa e pedi um analgésico pis tive medo de ter dor. Dormi e de madrudada a Gaby acorda cheia de cocô. Vem a enfermeira e a leva pra trocar. Depois, mais mamá. E a Gaby dormiu a noite inteirinha.
Não tive complicações com a cirurgia em si, exceto uma coceira imensa no nariz, que me deixou com nariz de batata, uma vontade de fazer xixi (sendo que o xixi não saía de jeito nenhum) e o inchaço nos pés. Antes de 24 horas fomos liberados e já saí da matenidade caminhando com minha filha nos braços.
Minha recuperação foi ótima, sequer senti dor. Meu sangramento durou apenas uns cinco dias.
Bom, vou aproveitar que quase ninguém tem vindo aqui pra desabafar escrevendo...(quase é um elogio...risos...só eu leio isso aqui).
No meu último post, ficou parecendo que eu não gosto da minha sogra e isso não é verdade. A Dona H. é uma pessoa com o coração maior que tudo. Sempre que a coisa aperta, ela ajuda emprestando reais, rezando por nós, conversando abertamente.
Não tenho o direito de reclamar da conduta dela em relação a nós: ela fica com a filhotinha em alguns dias da semana, alternando com a minha mãe. Só que como na vida nada é perfeito, os defeitos dela têm se sobressaído bastante em relação as qualidades, mesmo porque envolvem minha filha e mexeu na cria, mamãe vira bicho!
O que há, na verdade, é um contraste entre formas de encarar a vida: enquanto minha mãe preza os horários de alimentação, higiene, sono da filhota, minha sogra deixa tudo ao deus-dará, ou seja, a pequena manda nos próprios horários. Não há uma verdade absoluta, mas acredito que não deva ser nem tanto a terra, nem tampouco tanto ao mar. Há que se ter um meio termo, a menina precisa de horários, mas não precisa ter o rigor excessivo da minha mãe.
Meu maior sonho é sem dúvidas poder cuidar eu mesma da minha filha. Poder eu mesma achar esse meio termo, sem ter que delegar minhas obrigações de mãe a ninguém. Só que, pelo menos por enquanto, isso é só um sonho
.
A dieta vai bem, obrigada. Pelo menos não tenho mais tido episódios tão constantes de compulsão. Mas, ainda ontem, tive vontade de comer a geladeira inteira. Mas, não comi. Me controlei só Deus sabe como.
Hoje tive que me conter pra não comprar besteiras e cair de boca. Nesta guerra, algumas batalhas vencidas.
Não sei se já é efeito colateral do remédio, mas hoje estou meio deprê. Quem sabe amanhã meu ânimo se anima. espero e torço que sim.
PS: Pode ser fome. É que como não sinto a fome propriamente dita, pode ser que o meu organismo esteja sentindo falta de nutrientes. Vou comer. Se der, volto pra dar notícias.
Não, não é o Benedito. É a minha sogra. Aliás, quem nunca teve problema com sogra que atire a primeira pedra (nela, porque em mim não, violão!).
Ontem, mais uma vez, minha adorada sogrinha deu café pra minha filhotinha. E eu já tinha pedido a ela pra não dar, que eu não queria (não acho que tenha que dar maiores informações do porquê eu não quero que dê, afinal, EU sou a mãe e minha vontade deveria prevalecer - muito embora não prevaleça).
Minha sogra, apesar da pouca instrução, é uma pessoa boníssima. Gosto muito de estar com ela, de trocar experiências. Sou muitas vezes melhor tratada na casa dela que na casa dos meus pais. O problema é a velha frase: "vai querer ensinar a mim, que criei cinco filhos?"
Sinceramente, eu não tenho pretensão de ensinar ninguém, afinal, não tenho tanta bagagem assim. Só que eu quero sim ter a oportunidade de escolher o alimentos que entram na dieta da minha filha. Quero proporcionar a ela uma alimentação o mais próxima possivel do que posso chamar de ideal: sem muitas gorduras ou doces dispensáveis, com verduras e frutas dentro de um planejamento.
Hoje, soltei a língua com a irmã do Adriano (já que com ele não adianta, pois ele defende com unhas e dentes a mãe): pedi, encarecidamente, que ela vigiasse para não darem café, nem com leite (sim, porque minha sogra acha que o leite corta o efeito do café). Que eu sabia que elas só queriam o bem da Gaby, MAS, que eu, como mãe, já tinha optado por não dar café e que a ajuda dela era muito importante, já que a mãe dela sempre se saia com aquela famosa frase ("criei cinco, quer me ensinar?")
Se vai funcionar, acho que nem o tal do Benedito sabe, mas eu prometo lutar até o final...
Mas, porque será que todo mundo adora se meter na criação dos filhos dos outros? Será o Benedito?
PS: Como eu nunca consegui contar meu ciclo menstrual (só descubri que estava grávida com quase 12 semanas de gestação), e quero planejar tudinho na minha próxima gravidez (2006), resolvi colocar esse gráfico de ovulação. Além de bunitinhu, o bichinho vai me ajudar a saber se realmente meu ciclo é de 28 dias e regular, como eu acho.
Gente do Céu, ninguém merece cólica durante o sábado inteiro...parecia que eu estava de novo em trabalho de parto. Afe...
Depois de um sábado perdido no fundo de uma rede, surge um domingo com programas familiares extremamente cansativos: batizado do meu primo Diego em plenas três horas da tarde (isso lá é hora de batizado???) e depois missa com a comunidade.
E depois das obrigações, o lazer: um casal de amigos muito queridos foi jantar lá em casa. Conversa animada, massas de cardápio (hum, penne ao molho bolonhesa incrementado - tipo strogonff, meu favorito), risadas, muitas risadas. Gaby se divertiu muito, brincando e querendo comer o sanduiche do Lucas, filhotinho do casal de quase três anos.
Um bom fim de noite, sinal de uma boa semana? Tomara...
Tô P... da vida. Acabaram de fazer uma senhora sacanagem com o maridex. Ele tava de malas prontas pra ir numa viagem pra Recife, com os alunos dele, pelo colégio. Daí agora a tarde ele liga pra coordenadora e ela, na maior cara de pau, diz que ele foi cortado da viagem porque cederam o lugar dele pra um outro motorista!
Afe, que eu tô com muita raiva! Como podem fazer isso com um profissional???
Mas, como tudo na vida tem seu lado positivo, ele agora resolveu que vai atrás de outro emprego (o que na minha opinião, já não era sem tempo). tomara que esse emprego apareça logo...
- Cadê o saco de preparar uma simples procuração para um cliente?
- Cadê a Lu Freire?
- Cadê a saúde da minha baixinha?
- Cadê a minha reeducação alimentar?
- Cadê o bom humor dos meus chefes?
- Cadê o dinheiro que recebi de salário?
- Cadê os meus honorários de cobrança que espero há mais de um mês?
- Cadê a vontade de escrever um post decente?
Se alguém viu algum desses intens, favor avisar: patfborges@yahoo.com.br